Queen

Os Queen foram nos anos 7o, o meu objecto de culto musical.
No liceu onde andava, lembro-me da sala de alunos onde, a um canto, havia um gira-discos ranhoso (portátil) e um único disco: A night at the Opera.
Em todos os intervalos um grupo de 5/6 alunos em que me incluía, ouvia e cantava da primeira à última letra todas as canções do disco. Nos intervalos em que começavamos uns minutos 'atrasados', limitava-mo-nos às de Freddie Mercury e Brian May. Ainda hoje as sei de cor.
Lembro-me ainda da espera interminável pelo lançamento de A day at the Races e da ansiedade incontida com que o ouvimos, e ouvimos e ouvimos.
Passada a fase do liceu, outros álbuns se seguiram com músicas fantásticas e outros tantos êxitos, mas o espírito com que as vivi era agora substancialmente diferente, já contaminado por outros interesses musicais. Depois da morte de Mercury dei por encerrado esse ciclo.

Deparo-me agora com o anúncio de um espectáculo dos Queen (?) com novo vocalista.
OK! Paul Rodgers será um respeitado vocalista rock, já trabalhou com grandes músicos, ganhou um Grammy pela carreira a solo e até parece que chovem elogios por parte da crítica.
Mas será que quem tem em casa Live at Wembley vai conseguir ver os Queen sem Freddy Mercury?


Comentários
Bjx
beijinhos
No meu caso, tanto fez como tanto faz. Quem, da minha época aprendeu a gostar de rock, foi infectado pelos Beatles! E não tem cura mesmo! Graças a Deus. Hehehe
Beijos,
Yon
Beijos.