pontos nos iii


via Braganzzza Mothers , esta notícia:
As mulheres fumadoras demoram duas vezes mais tempo a ficar grávidas do que as que não fumam, indicam as conclusões preliminares de um estudo a decorrer no Instituto Nacional de Saúde e de Investigação Médica de França."Os primeiros resultados permitiram confirmar o efeito nocivo do tabaco na fertilidade, efeito já evidenciado por outras equipas europeias", indica em comunicado o Instituto, que, juntamente com o Instituto de Vigilância Sanitária e a Universidade de Copenhaga (Dinamarca), pôs em marcha um Observatório da Fertilidade em França.Os investigadores concluíram que o "tempo necessário para obter uma gravidez era o dobro entre os casais fumadores" por comparação com os casais em que a mulher não fumava no momento em que estava a tentar engravidar. De acordo com os investigadores, os efeitos do tabaco são reversíveis se as mulheres que pretendem engravidar deixarem de fumar. Lusa.
Ó FAlexandrino! Já agora, falando de casais fumadores, convém lembrar e acrescentar, que as mulheres demoram mais tempo a ter filhos também porque os homens grandes-fumadores têm mais alguma dificuldade em os fazer! Tenho mesmo algumas dúvidas que sejam rapazes para ganhar medalhas em eventos como ESTE...:p
Pensando bem, acho que as mulheres começaram a ter mais dificuldade em engravidar desde que usam calças, que nestas coisas cria sempre algumas dificuldades ;) :DD
apoio científico.
aqui


Comentários
:p
Pêndulo: 5 stars !Gostei ...
Cristina, e se em vez de calças, a menina usar "collants", ainda pode passar por virgem, para um "utilizador" mais distraído.
Isto hoje 'tá bom, ai 'tá, 'tá !!!
O programa segue dentro de momentos ...
nesse caso, é como o copo d'água,nem antes, nem durante, nem depois, é EM VEZ DE...
bjuzzzz, sem cachimbos, que me dá engulhos..
ééé!!! sou eu e a virgem maria..
ainda há utilizadores distraídos? ah, pois há, tem razão, o rapazito de que falei no outro dia é um deles!!tadinho mê rico filho...
ó amiga, Deus-nosso-senhor fez as mulheres pa usarem saias e ficarem em casa a tratar da prol.. estas modernices só vieram complicar as coisas..:p
beijos, a silly season é do melhor...
Larry Flynt
Lestes a crónica da Helena Matos de hoje?
Se quiseres colo aqui, mas é um grande lençol.
mr Larry lá sabe...:DD
não li...e agora também não vou ter tempo para ler, tenho que sair, mas coloca, não sei sobre que é, mas se for caso disso depois deixo em post.
bejucas, té já.
E a questão do "selectivamente" não é irrelevante. Muitas das pessoas que na Europa e EUA animam os movimentos que garantem que "um outro mundo é possível" e as várias associações místico-esquerdistas que substituíram os radiosos "amanhãs que cantam", usufruem do que de melhor as democracias parlamentares conseguiram garantir aos seus cidadãos. Em época adequada transferiram-se das militâncias políticas activas, geralmente de esquerda mas nem sempre, para os altos cargos da administração pública, das faculdades, presidências de fundações, recebendo eternas bolsas disto e daquilo... E assim enfastiados provavelmente consigo mesmos, envergonhados por terem desistido daquilo a que gostam de chamar "sonhos", desanimados por terem trocado as salas de reuniões conspirativas por sofás de bom design, desenvolveram uma espécie de dupla moral. Tolerantíssimos, quando não coniventes, com os maiores ditadores da terra, sobretudo se estes desenvolverem a sua actividade lá longe, vivem numa esquizofrenia constante com a democracia que os sustenta e não raras vezes privilegia.
Um dos exemplos mais eloquentes deste fenómeno é o do secretário dos Movimentos Sociais e ONG do PSOE, o espanhol Pedro Zerolo, que se tem distinguido não só pela condenação da resposta israelita, como pelo facto de não condenar o Hezbollah ou as Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa. Contudo, não deixa de ser perturbante ver Pedro Zerolo desfilar ao lado de delegados de movimentos que servem de fachada ao Hamas, Fatah e Hezbollah. E esta perturbação surge quer pelo facto de ser paradoxal que cidadãos livres apoiem movimentos totalitários, quer ainda porque Pedro Zerolo seria dos primeiros a sentir a longa mão desses totalitarismos, caso vivesse na Síria, no Irão ou na Palestina. Pedro Zerolo é homossexual e fez dessa circunstância da sua vida privada uma bandeira política. Caso os movimentos que ele tanto apoia, quando combatem Israel, imperassem neste lado do mundo, o senhor Zerolo terminaria enforcado. Em público, para servir de exemplo, e claro após ter sido apropriadamente chicoteado.
Digamos que, a seu jeito, Pedro Zerolo ou, se se preferir uma versão mais doméstica deste espírito, os subscritores do abaixo-assinado redigido pelo Movimento pelos Direitos do Povo Palestiniano e pela Paz no Médio Oriente recuperaram o espírito das antigas organizações de senhoras da alta burguesia e aristocratas que, na primeira metade do século XX, organizavam campanhas em prol das famílias numerosas e faziam a apologia da ruralidade. Como é óbvio, a a maior parte dessas senhoras - a quem agora chamaríamos "activistas" - vivia em locais cosmopolitas e poucos filhos tinha, mas isso não as impedia de defender frequentemente até com forte de arrogância precisamente o contrário para a vida dos outros. Sobretudo quando os outros eram pobres.
É exactamente isto que se passa no caso de Israel. Duvido que a maior parte daqueles que exigem que Israel suspenda os ataques às estruturas do Hezbollah estivesse disponível para viver, no Líbano, sob a tutela do mesmo Hezbollah. Disponível para, por exemplo, ser escudo humano dum depósito de armas de guerra. Não duvido que o Hezbollah conte com apoios entre a população libanesa, mas tenho sérias dúvidas sobre a anuência de muitos desses mesmos apoiantes a deixarem que os seus filhos durmam ao lado dum depósito de munições. Igualmente não acredito que entre os grupos que tanto se manifestam em frente às embaixadas de Israel, pedindo paz, se encontrasse alguém disponível para, vivendo em Israel, ser raptado como aconteceu recentemente ao médico israelita Daniel Yaacobi. O cadáver esquartejado e queimado de Daniel Yaacobi foi descoberto há poucos dias. Tinha simplesmente ido levar o carro à oficina e foi raptado por membros das Brigadas dos Mártires de Aqsa. Semanas antes fora descoberto o corpo de Eliyahu Asheri of Itamar, um rapaz de 18 anos, também ele raptado, torturado e assassinado por movimentos que, como acontece com a Fatah, são sustentados, em boa parte, com verbas da UE.
Só aparentemente é paradoxal que dirigentes políticos como Pedro Zerolo ou os subscritores do abaixo-assinado do Movimento pelos Direitos do Povo Palestiniano e pela Paz no Médio Oriente tenham adoptado uma espécie de dupla linguagem quando se discute Israel. À semelhança do que faziam há alguns anos os membros de organizações como o Conselho Mundial para a Paz, o Movimento Não-Alinhado ou a Nova Ordem Mundial da Informação e Comunicação, não fazem mais do que servir uma das partes - no passado a URSS, hoje o fundamentalismo ou tudo o que vagamente se declare alternativo - e simultaneamente praticar uma espécie de hostilidade selectiva perante a possibilidade de alguns povos poderem viver como nós vivemos e não estamos a pensar deixar de viver, a começar pelos pregadores dos novos mundos.
É essa espécie de deslocalização da utopia a que desde a queda do Muro de Berlim já nem dão nome, simplesmente definem pela negativa - "Não a Israel!", "Não aos EUA"... - que os anima. Caso os israelitas se deixassem massacrar, fariam textos em prosa poética como fizeram sobre o Darfur. Exibiriam nas capas dos jornais o corpo de Eliyahu Asheri ao lado do cadáver dum membro do Hezbollah e perguntariam "Onde está Deus?"
Óptimas fotografias levariam ao mundo o olhar das crianças israelitas perdidas no caos das cidades, caso os governantes de Israel fossem tão corruptos e autoritários quanto os dos países vizinhos e tal como acontece nos países vizinhos não existissem abrigos para os cidadãos, forças armadas devidamente organizadas, bons hospitais, água potável...
Como Israel não está disponível para protagonizar o papel de vítima, defendem um cessar-fogo em condições que sabem não ser mais do que uma condenação para Israel. Mas sempre em nome da paz. No passado foi em nome da luta contra o imperialismo. Contra o capitalismo. Contra a política dos blocos... No fundo ainda e sempre contra a Liberdade dos outros. É o wrestling pacifista. Jornalista
Helena matos in Público de hoje
A Cristina fez mal a alguém ?
Nem a Cristina, nem nós, pois não ???
Dasssssssssse !
Ligue Astor Piazzolla e ... prepare o "frappé" !
O resto vem depois !
Não traga o cachimbo, é que está aqui o Pêndulo.
Se não percebe, ...azares.
Há coisas que não se ensinam.
Aprendem-se ...
beijocas
Não leu lá em cima a pedir autorização e a avisar que era grande.
Agora depois de mudar o penso vá dar uma volta ao bilhar grande.
Ciao!
olha, não sei quem é essa senhora, mas se ela acha que quem defende a paz ou condena os ataques israelitas defende o terrorismo, os esquartejamentos, torturas e afins, definitivamente é muito mais tonta que eles.se o argumento gostariam-de viver-lá? para ela é válido, idem.
quanto a isso, o post que escrevi aí em baixo, responde muito bem...
gostaria de lhe perguntar como é que efectivamente se resolve o problema.
no "dias úteis" o Pedro Ribeiro, escreveu isto:
Vi agora na BBC um senhor, 72 anos, israelita originário da Polónia. Vive em Telavive. Já perdeu 16 familiares em atentados terroristas em várias cidades de Israel.
16. Incluindo a mulher, e todos os 6 filhos. Pergunta-lhe a reporter se ele tem seguido as noticias com atenção e se de alguma maneira sente que Israel está a fazer justiça face a tantas vitimas que somou ao longo dos anos de terrorismo no seu território. A resposta, vinda de quem vem, é absolutamente desconcertante:
- Não tenho ilusões. Isto só se resolve quando morrermos todos. Nós e eles. A minha familia não volta mais. Não tenho ilusões. Só quando toda a gente morrer.
De facto não há o bem e o mal nesta história. Só há violência, tristeza e depois a mais definitiva forma de falta de esperança: o desprendimento total perante a loucura.
entendes?
bjinhos
beijos
Qué isso, homem !
Tire lá essa má disposição.
Eu sou muito boazinha, e gosto muito de ler o que escreve.
PEACE AND LOVE !
(e as minhas desculpas, se lhe toquei nalgum ponto mais sensível)
assim, não há condições ...
kakonteceu aqui???
uma pessoa vai beber umas cervejas e é isto...
eu pedi ao fado que deixasse aqui o artigo..:(
porra,entre guerras e outros derrames de sangue podemos voltar à boa disposição? please?
Fado, tá tu amigo?...
bom, eu que não me considero radical em coisa nenhuma excepo o baixo nivel e a estupidez, ate acho que quem tem valor acaba por ascender sim, o problema é que geralmente tem que lavar com o pacote de alguns preguiçosos de qualidades mais sinistras.o que bloqueia o sistema todo.
enfim, é tudo malta que paga impostos e portanto tem direito a opinar. viva o direito deles :)
bjinhos
beijos Cristina:)
http://news.bbc.co.uk/2/shared/spl/hi/pop_ups/06/middle_east_beirut_destruction/html/10.stm
O opinanço é com ou sem SG Filtro ?
:p
(silly-season minha cara... silly-season... )
Deal ?
http://imaginationcubed.com/LaunchPage
:)))
obviously, the cancer is a effect much more dangerous of smoke.but the other one can be very Humiliating... :D
BTW, how do you see the way America deals with smoking, and smokers? I'm sorry but it seems a very agressive segregation.
do you feel it like public health question, or a economic problem?
kisses
depende dos termos do negocio e do interesse das partes..
obrigada, ja vejo (chamam-me para a janta ;)
jinhos
Agradeço mas falta qualquer coisa no meu html :(
Abres o blogger como se fosses editar um post.
Depois diz: Blog Name New Post Change Settings Last Update Posts.
Clicas em Change Settings. Aí dentro clicas em:comments
Depois é só escolheres o que queres.
Mais não te sei ajudar:(
Falta ali algo. Entretanto já te tinha mandado um mail com a solução para o teu caso.
Obrigado.
realmente, concordo com a parte das calças!atrasam muito e escondem o que não devia estar escondido...
Wind!
é bom depois (se tu o dizes) mas tem cuidado que o companheiro pode nao gostar!
beijocas
Aqui.
E com o Fado.
Ele é que ficou um cadinho "lixado" comigo, pá ...
num habia nexexidade ...
Será que se eu der um beijinho ao Fado, aquilo passa-lhe ???
Ó Fadinhoooooooooooooooo, toma lá um beijinhoooooooooooooooooo !!!
lololol ...
Qual será a perversidade que se pode fazer com um cachimbo ???
(esta é para o Pêndulo)
Fiquei preocupada.
Tenho amigos que fumam cachimbo ...
Beijinhos, bom fim de semana!
bjinhos
Um beijo.
espero que sim...os homens são tão difíceis..:((
Faaaaaaaaaadddooooooo!!!!!!!!
pega mais um bejiiiiiiiiiinhooooo!!!
nada...prontos, pirou-se, já não gosta de nós!! buuuuááááááá!!!!!:((((
um prazer solitário e colectivo, pelo menos era o que os meus amigos me contavam....
é para mulheres também!!! mas essa não sei, como é que vão contabilizar a "coisa". olha, eles lá devem ter algum método, pode ser que a televisão do estado transmita:p
afinal é um serviço público :))
beijocas
é cientifica, mas também te digo que acontece mais na malta que também bebe muito. já te apercebeste que há grande incidencia de impotencia em malta ainda nova?? principalmente a malta da noite...
é verdade.
beijocas
muitos não passam não:D
agora a serio, o tabaco é um factor de risco independente na doença cardiovascular, mais esclerose das veias, isso diz tudo ;)
beijocas
bjinhos e bom domingo :)
Despedimento por fumar é legal ?
Ora... a lista é enorme, seria demasiado exaustivo tudo enumerar, saliento só a incineração púbica cachimbal e a sodomia fumegante mas haveria tanto a dizer...
lolol
O terceiro caso é o do Rivoli do Porto. Na altura própria, escrevi o que escrevi sobre Rui Rio. Mas na questão do Rivoli, Rui Rio fez precisamente o que um homem responsável faria. Em Portugal inteiro, as câmaras compram (muitas vezes com a ajuda e o incitamento do governo) empresas falidas com um cinema, um teatro ou um cine-teatro, de que supostamente o povo não prescinde. O público que não aparecia antes, não aparece depois. E as câmaras, para se justificar, pagam a uma multidão subsidiada para se exibir no vácuo. Em 2005, o Rivoli custou à Câmara do Porto 11 milhões de contos (1.500 contos por dia). Rui Rio entregou a gestão da coisa a um privado; e a esquerda local parece que anda por lá aos trambolhões de raiva. A "cultura" parasitária, que o Estado sustenta, nunca perde uma oportunidade para mostrar o seu carácter. Rui Rio que se aguente. É mesmo boa altura para uma vassourada.
gostei desse texto. e concordo completamente com ele. nunca achei decente a chulice de alguns "artistas" em relação ao estado e a nós, claro. incentivar com algum apoio inicial sim, mas manter gente que faz coisas que nem as moscas vêm por Deus!! vão trabalhar pás obras!!
miúdo, não é obrigatório estar sempre inspirado. nem normal.
recolhe-te mas passa por cá que temos saudades tuas ;)
beijocas
Acabe-se com as universidades públicas.
Acabe-se com as zonas de paisagem protegida.
Acabe-se com as aldeias preservadas.
Acabe-se com os lares de terceira idade (ninguém vai ver os velhotes)
Acabemos com toda a nossa actividade que não seja factor de ganho económico, tais como leitura de romances e outros livros que não tenham carácter técnico de aplicação práctica e imediata.
Cessem as verbas do Estado destinadas a actividades não lucrativas e canalizem-se para a SONAE, Grupo Mello, etc.
Subsidio à Caras.
(As capelinhas enojam-me, são um facto e o pretexto para o desinvestimento cultural e educativo)
hoje não levas nada...não retiro um virgula :p
se quiseres falar do assunto do artigo, ok..
beijos