falando em ventiladores...

Num artigo do DN escreve JMTavares:
José Sócrates não constrói pontes. Não projecta edifícios. Não desenha auto-estradas. Se construísse pontes, projectasse edifícios ou desenhasse auto-estradas, eu estaria muito preocupado com a sua duvidosa licenciatura em Engenharia Civil na Universidade Independente. Se José Sócrates viesse dizer "meus caros, agora quem vai construir o novo aeroporto da Ota sou eu", aí teríamos todos de nos chegar à frente para lhe perguntar: "peço desculpa, senhor primeiro-ministro, mas mostre aí o seu exame de Análise de Estruturas." Mas Sócrates nunca pôs de pé nenhuma parede. Provavelmente nunca empinou dois tijolos. Nem jamais demonstrou a mínima vontade de o vir a fazer. A única engenharia a que ele se dedica é política, e é no campo da política que convém focar a atenção, analisando o que é duvidoso e o que não encaixa.
José Sócrates não constrói pontes. Não projecta edifícios. Não desenha auto-estradas. Se construísse pontes, projectasse edifícios ou desenhasse auto-estradas, eu estaria muito preocupado com a sua duvidosa licenciatura em Engenharia Civil na Universidade Independente. Se José Sócrates viesse dizer "meus caros, agora quem vai construir o novo aeroporto da Ota sou eu", aí teríamos todos de nos chegar à frente para lhe perguntar: "peço desculpa, senhor primeiro-ministro, mas mostre aí o seu exame de Análise de Estruturas." Mas Sócrates nunca pôs de pé nenhuma parede. Provavelmente nunca empinou dois tijolos. Nem jamais demonstrou a mínima vontade de o vir a fazer. A única engenharia a que ele se dedica é política, e é no campo da política que convém focar a atenção, analisando o que é duvidoso e o que não encaixa.
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Ora, concordo com o Piotr a propósito deste artigo. O facto de alguém não pretender exercer a profissão para a qual está habilitado por via de uma licenciatura não legitima um diploma de quinta categoria. Ou então, perguntava-se à partida se a pessoa pretende exercer e em caso negativo fazia-se uma passagem administrativa e arrumava-se o assunto. Que diabo, a questão não é se a pessoa exerce ou não, ou se para as funções que desempenha precisa do diploma ou não. O que está em causa é a qualidade do ensino e a qualidade da formação, tema tão ironicamente caro ao nosso primeiro. E a rede que se montou, a irreversível sensação de que o ensino superior privado é um antro de promiscuidades e serve apenas uma teia de interesses e autopromoção da classe política e vice-versa....lamentavelmente, desse rótulo já não se livra e quanto mais justificações ouvimos mais nos convencemos disso.
Ora, concordo com o Piotr a propósito deste artigo. O facto de alguém não pretender exercer a profissão para a qual está habilitado por via de uma licenciatura não legitima um diploma de quinta categoria. Ou então, perguntava-se à partida se a pessoa pretende exercer e em caso negativo fazia-se uma passagem administrativa e arrumava-se o assunto. Que diabo, a questão não é se a pessoa exerce ou não, ou se para as funções que desempenha precisa do diploma ou não. O que está em causa é a qualidade do ensino e a qualidade da formação, tema tão ironicamente caro ao nosso primeiro. E a rede que se montou, a irreversível sensação de que o ensino superior privado é um antro de promiscuidades e serve apenas uma teia de interesses e autopromoção da classe política e vice-versa....lamentavelmente, desse rótulo já não se livra e quanto mais justificações ouvimos mais nos convencemos disso.
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Vale a pena ler um excerto de um post do blog Sobre o Tempo que Passa para o qual António Boronha chama a atenção. Diz assim:
Pouco me interessa que ele(Jorge Roberto), na CGD, esteja na dependência do licenciado na UNI Armando Vara. Interessa-me muito mais dizer que a minha ideia de universidade portuguesa implica uma muito maior exigência. De nada vale que uma qualquer inspecção venha dizer que, afinal, já estão arquivados, por inexistência de infracção, quatro dos cinco processos abertos por supeita de ilícito quanto aos sinais de trânsito no interior do parque de estacionamento da universidade A ou B. E de nada vale que se faça uma solena nomeação de Maria José Morgado como futura inspectora-geral do ensino superior.Interessa muito mais denunciar o ambiente de conúbio entre a partidocracia, as universidades ditas privadas e os financiadores das instalações das mesmas. Quando ilustres membros do governo Guterres, para completarem as respectivas licenciaturas, entraram em contacto directo com uma universidade dita privada, eles deveriam saber que estavam a entrar num domínio onde poderiam ser instrumentalizados por aquilo que em português corrente se chama cunha institucional. Estavam a entrar num reino sem rei nem roque qualquer universidade privada praticava, chamando para docentes deputados e partidocratas, ansiosos por um cartão de visitas que lhes desse o título de professores do ensino superior, porque, lançando esta semente, um qualquer reitor poderia, amanhã, contar com um deles como decisor, colega ou dependente do decisor. Qualquer investigação jornalística pode correr todas as universidades em causa e encontrar inúmeros exemplos deste hábito lusitano, tanto nas privadas que se pretendiam publicizar, como nas públicas que, entretanto, se foram privatizando, para que todas correspondessem a esta feira de vaidades, para que todas se transformassem neste baixo nível das chamadas escolas de regime, sujeitas ao patrimonialismo da encomendação feudal. Basta passarmos os olhos pela biografia oficial de inúmeros deputados, actuais e passados, e pedirmos que nos indiquem o momento e causa dos convites que os levaram a "professores universitários". E deste processo não se livram os próprios avaliadores e avaliadores primazes. Basta recordarmos como Paulo Portas e Santana Lopes acabaram por ser nomeados directores de um centro de sondagens e passarmos os olhos pela descida ao mundo universitário e politécnico de alguns jornalistas de nomeada, pois o conúbio passou da partidocracia a jornaladocracia, avançando recentemente para grandes companhias, susceptíveis de patrocínio. Nenhum partido político consegue escapar à trama e, por isso, até se compreende o silêncio de Marques Mendes sobre a matéria, dado que poderiam surgir investigações sobre a respectiva actuação na Universidade Atlântica, até com recordações de primeiras páginas do "Expresso", onde ele aparecia aliado ao próprio primeiro-ministro actual, em actuações coloquiais universitárias. Não são precisas grandes procuradoras especialistas em "Apitos Dourados" para fazermos uma lista exaustiva de docentes de privadas ligados ao poder político partidocrático, nem será precisa muita imaginação para detectarmos quais as que estavam mais ligadas a este ou àquele partido. Julgo que, da trama, não escapam os próprios ensinos concordatário e público, onde docentes sem "curriculum" universitário ou de investigação se transformaram em distintos professores.
Vale a pena ler um excerto de um post do blog Sobre o Tempo que Passa para o qual António Boronha chama a atenção. Diz assim:
Pouco me interessa que ele(Jorge Roberto), na CGD, esteja na dependência do licenciado na UNI Armando Vara. Interessa-me muito mais dizer que a minha ideia de universidade portuguesa implica uma muito maior exigência. De nada vale que uma qualquer inspecção venha dizer que, afinal, já estão arquivados, por inexistência de infracção, quatro dos cinco processos abertos por supeita de ilícito quanto aos sinais de trânsito no interior do parque de estacionamento da universidade A ou B. E de nada vale que se faça uma solena nomeação de Maria José Morgado como futura inspectora-geral do ensino superior.Interessa muito mais denunciar o ambiente de conúbio entre a partidocracia, as universidades ditas privadas e os financiadores das instalações das mesmas. Quando ilustres membros do governo Guterres, para completarem as respectivas licenciaturas, entraram em contacto directo com uma universidade dita privada, eles deveriam saber que estavam a entrar num domínio onde poderiam ser instrumentalizados por aquilo que em português corrente se chama cunha institucional. Estavam a entrar num reino sem rei nem roque qualquer universidade privada praticava, chamando para docentes deputados e partidocratas, ansiosos por um cartão de visitas que lhes desse o título de professores do ensino superior, porque, lançando esta semente, um qualquer reitor poderia, amanhã, contar com um deles como decisor, colega ou dependente do decisor. Qualquer investigação jornalística pode correr todas as universidades em causa e encontrar inúmeros exemplos deste hábito lusitano, tanto nas privadas que se pretendiam publicizar, como nas públicas que, entretanto, se foram privatizando, para que todas correspondessem a esta feira de vaidades, para que todas se transformassem neste baixo nível das chamadas escolas de regime, sujeitas ao patrimonialismo da encomendação feudal. Basta passarmos os olhos pela biografia oficial de inúmeros deputados, actuais e passados, e pedirmos que nos indiquem o momento e causa dos convites que os levaram a "professores universitários". E deste processo não se livram os próprios avaliadores e avaliadores primazes. Basta recordarmos como Paulo Portas e Santana Lopes acabaram por ser nomeados directores de um centro de sondagens e passarmos os olhos pela descida ao mundo universitário e politécnico de alguns jornalistas de nomeada, pois o conúbio passou da partidocracia a jornaladocracia, avançando recentemente para grandes companhias, susceptíveis de patrocínio. Nenhum partido político consegue escapar à trama e, por isso, até se compreende o silêncio de Marques Mendes sobre a matéria, dado que poderiam surgir investigações sobre a respectiva actuação na Universidade Atlântica, até com recordações de primeiras páginas do "Expresso", onde ele aparecia aliado ao próprio primeiro-ministro actual, em actuações coloquiais universitárias. Não são precisas grandes procuradoras especialistas em "Apitos Dourados" para fazermos uma lista exaustiva de docentes de privadas ligados ao poder político partidocrático, nem será precisa muita imaginação para detectarmos quais as que estavam mais ligadas a este ou àquele partido. Julgo que, da trama, não escapam os próprios ensinos concordatário e público, onde docentes sem "curriculum" universitário ou de investigação se transformaram em distintos professores.
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Pois é, quanto mais se mexe.....


Comentários
É que no superior tirando a Católica...(e mesmo assim qualquer dia ainda lhe descobrem algum podre eheheh)
E nos restantes graus de ensino, muitas daquelas belíssimas notas não correspondem à verdade. Em quantos colégios privados, as notas dos professores não são mudadas, pela direcção, para não perderem os alunos???? É que os papás, como pagam bem, não querem ver níveis negativos atribuídos aos seus rebentos nas pautas!
Ainda a procissão vai no adro...
(outra que vem no Sol, afinal bo privado falta-se mais do que na função pública! o que mais virá????9
Jinho e bom fim-de-semana! Aqui tá de chuva .
Bolacha
pois.....e já agora no mesmo blog leia o post," A Europa que começa a não estar connosco..."
Ainda bem que chama a atenção para este assunto e que se comece a tomar atenção ao ensino público, já cheio de professores vaidosos e pouco preparados e já agora olhem os Politecnicos
Não pela cena em si, se ela tivesse sido feito num bom motel, mas pelo lugar e pelas funções que ali ambos desempenhavam.
É como aqui.
Claro que Sócrates, que nunca fez nada a não ser política, nunca poderá fazer os cálculos de um muro.
Não é isso que está em causa.
O que está em causa é que mentiu.
Intitulou-se engenheiro.
Não é.
Have a great weekend, Cris, Easter or not. Many kisses
Anda tudo com Alzheimer ? Não foi este homem que ganhou as eleições dizendo que não ia aumentar impostos e subiu o IVA 2%. E continuam a discutir como se ele pudesse perder a credibilidade. Não me digam que ainda acreditavam em algo que ele dissesse
Realmente, é tudo mau. Portugal é mau. Fujam desta merda deste país. Não tenho nada contra a bloguer, nem contra o Blog, nem contra este texto. Mas tenho tudo contra, somado, sobre o que se fala e como se fala deste assunto. É o deboche total.
a pergunta é simplezinha: perante o que vamos sabendo é ou não legitimo suspeitar, ou por em causa a qualidade do ensino nas Uni privadas?
de facto, tirando a Católica, que Universidades privadas temos com "fama" de darem bons cursos?
não sei qual é a vossa opinião, mas sempre foram mais ou menos vistas como dando uns cursos da treta...não é por acaso que quase sempre os alunos que la estão são os que não conseguiram notas para entrar nas publicas, que apesar de tudo têm um historial que mantem uma certa distancia do poder, até pole contrário...
quanto ao ensino basico e secundario, aí penso que nao há muitas dúvidas de que o privado é melhor..até porque os alunos vão ser sujeitos a exames não controlados por essas escolas e estão em causa as ditas notas de entrada..
beijos
se os cursos superiores tivessem exames nacionais como o secundário, resolvia-se parte da coisa...
;)
veremos as explicações...
um beijo
Escrutine-se os políticos, o ensino privado, os clubes de futebol... mas porque raio ninguém escrutina a "bosta" da comunicação social? Alguém me explica como é que um pasquim como o "Público" dá prezuízo há 10 anos consecutivos e ainda sobrevive?
Será por estar empenhadíssimo em ter um novo aeroporto mais perto de Troia? Será para dar "tautau" no "poder" (que através dos votos próprios e da Caixa Geral de Depósitos) não viabilizou a OPA da Optimus sobre a PT?...
Canudos martelados há-os aos milhares. Tentar reduzir esta questão (verdadeira pecha nacional) a um acto de descredibilização do primeiro-ministro é no mínimo ridícula. Os políticos combatem-se no campo político e a intrigazinha mesquinha à mesa do Café "Bábá".
Quanto ao desfecho desta trapalhada, poucas dúvidas me restam. Infelizmente, quem vai sair a ganhar, mais uma vez, é José Sócrates. Lembram-se da história das suas preferências sexuais? Lembram-se da Freeport? Este tipo de campanhas beneficiam sempre a vítima.
Agora, só espero que o jornal "Público" não me acuse a mim de paneleiro. É que não tenho (como ninguém tem) como provar que nunca pratiquei nenhum acto sexualmente suspeito.
É fácil lançar o labéu... quem for atingido que se lixe... que arranje provas (se for capaz) que tudo não passa de um mal entendido.
a portuguese blog and after that the press noticed that the PM used his influence to get a diploma of civil engineering. but this is not the major problem...the thing is: can we trust in the private universitys education??
we wait for a explanation next week
:) have a good east ou so...with many candys :)& many kisses
Li ontem uma coisa que é muito verdade: onde aparece o camarada Armando Vara, há trafulhice pela certa.
Ele aí está, hoje no Jornal da SIC!!!
Agora é que começa a festa. Portanto, boas festas!!!
este homem ganhou as eleições, e ganhará as proximas, porque parece ser o único que sabe o que quer e para onde vai...é tão simples como isto.
quem é que imaginas no seu lugar que faça melhor? tem feito o trabalho sujo que os anteriores não souberam ou não quiseram e que bem sabem que é necessário, é por isso mesmo que não conseguem apontar outros caminhos nem obviamente podem prometer às pessoas uma atitude diferente...
eles sabem muito bem disso e Sócrates também, por isso "reina" tão àvontade..
há alunos de excelência e professores de excelência no público e no privado. já lhe disse e volto a dizer, que muitos professores do privado são professores nas Universidades privadas.
todo o ensino em Portugal deveria ser revisto, e não é por causa de uma falsa licenciatura. é por muitas outras razões.
Não tenho nada contra o post que escreveu, o meu mau estar é contra o modo como este assunto está a ser publicamente tratado, porque salpica para cima de gente inocente e de boa fé: alunos, pais dos alunos e muitos professores do ensino superiror privado. Todos eles merecem respeito. E esse respeito não está a haver.
Qto ao secundário e básico concordo consigo, pena ser com custos elevadissimos.
Enfim é o que custa ser mãe neste país, onde o ensino no qual se aprende tem de ser pago, eu que o diga.lollll
Odeio passar aquele cheque, até porque antigamente era o contrário e não consigo culpar os professores, apesar de alguns que saiem do Magistério tenho alguma dificuldade em os ver a ser um exemplo seja para quem for
(não será este um curso que deveria ter a máxima atenção da Ministra da Educação???? claro não diminui o défice e não dá para ter tiradas de leoa...)
Credo tou mesmo uma seca hoje...enfim não diferente do habitual(perdoe-me).
Boa Páscoa para si que eu vou continuar a ouvir Renee Olstead
Relativamente ao comentário que fazes ao Pendulo, acho que estás enganada.
As sociedades são muito mais dinâmicas do que "a política".
E depois, um sucessor fabrica-se num instantinho, como se fabricou o de Boliqueime.
E o Barroso, que só quer ser Presidente, pode ser "aconselhado" a resolver o problema Sócrates, por exemplo.
Porque Sócrates é um problema. Um grande problema.
Bjos
é verdade que são, alguns. mas também é verdade que o prestígio que adquirem numa Universidade Pública é diferente do de uma privada. e começando a investigar as circunstâncias em que os "professores" circulam da política para as universidades e vice-versa e as ligações entre eles, atendendo ao que vamos sabendo e aos processos crime que ultimamente foram instaurados a responsáveis da gestão, não acha que é MESMO razão para alunos e pais se preocuparem com o destino do seu dinheiro? digo eu...
achas mesmo que Barroso é a melhor opção? depois de tão queimado com a fuga? é que toda a gente se lembra disso, não oferece muitas garantias....digo eu...eu se fosse do PSD apostava na Ferreira Leite,lá está, a imagem de segurança e de quem tem uma linha coerente, o povo gosta disso. mas eles lá sabem...
está óptima, deixe-se estar:)))
pois a mim também me custa, mas a experiencia inicial na escola pública(no 1º ano) foi terrivel, quase mais tempo sem aulas que com...e os que tinham era a brincar..metade dos programas ficaram por dar.
enfim, e a professora é agora a directora da escola... lol
beijinho
ha-de vir, a situação é pouco sustentável..
"Dizem que o ensino no Brasil não melhora porque os professores têm medo do Ministro da Educação, o Ministro da Educação tem medo do Presidente da República, o Presidente da República tem medo dos pais, os pais têm medo dos filhos, ah, os filhos não têm medo de ninguém!"
O problema do sistema é a falta de uma inspecção constante, regular, competente, na educação, na saúde, nos serviços públicos, em quase tudo. Pouco ou nada é fiscalizado, para se detectarem anomalias, irregularidades a tempo e horas, de se evitarem estas broncas monumentais e vergonhosas para o país.
há uma falta enorme de controlo, e não se trata de "policiamento", mas de observação, de verificação, de confirmação ou não, se tudo decorre conforme previsto e regulado. Com honestidade e diálogo, da parte de quem controla, e da parte das instituições que são inspeccionadas.
Um trabalho que é de gestão, coordenação e acção "no terreno", envolvendo muitas equipas de matriz multidisciplinar.
Será preciso ir à China, para perceber que é este o caminho ? O quê que andam os altos e médios dirigentes do Estado a fazer ? O dinheiro dos contribuintes, através dos impostos serve para pagar ordenados a quem dirige e gere na função pública, para estarem a fazer o quê ?
A inspeccionar as universidades privadas não estão de certeza .......
loool, muito bem apanhado! a culpa é dos filhos, vou já dizer isso à minha.....e dizer que vou ter que lhe bater :p
concordo consigo...claro. Portugal tem um problema grande, são todos demasiado conhecidos "amigos" uns dos outros...as pessoas circulam de uns lugares para outros e é sempre o mesmo circulo. toda a gente tem a perder se falar.
depois, de vez em quando, aparece alguém "fora da mãe" num blog qualquer e estraga tudo!
:DD
Posso avançar com o pedido?!
Aqui vai.
Faça-me o favor de voltar a colocar a carta que escreveu ontem ao seu querido blog.
Depois de dormir bem esta noite (assim desejo) verá que amanhã terá menos incerteza e timidez para voltar a colocar a sua tão de-li-ci-o-sa carta.
Et voilà, o pedido está feito...e mais não digo porque não sou obrigada, prontoss!
já fiz a minha parte, acho que ficou com bastante medo...:)) agora façam favor de fazer a vossa....
mas dalloway, é verdade que escrevi uma carta ao meu bloguio, coitadito, mas depois achei que ninguém ía achar graça à correspondencia e guardei-a na gaveta, aí no armário do canto da sala...
a menina está sempre em cima do acontecimento...:p
Não está lá escrito que eu acho, ou deixo de achar. O Barroso seria tenebroso, se queres a minha opinião.
Bjos
Acho importante a sua carta porque também representa um pouco o 'diário', só que este não tem chave.
São confissões, pensamentos, momentos intimistas que representam a magia daquilo que é nosso.
A Cristina ao escrever essa carta ao seu blog, consegue presentear-nos com um momento seu, vivido com aqueles com quem partilha à muito as suas indiossincrasias e ao colocá-lo no blog, está a dividir aquilo que faz parte de si.
Não tem nada que ver com 'voyerismo' porque não interessam os pormenores porque esses são somente seus e dos convivas do seu almoço. O agradável é ler essa carta e sentirmos uma Cristina mais intimista, mais encantada, mais feliz. É disso que se trata.
Essa carta ao seu blog faz parte e é tão importante quanto os demais posts que a Cristina coloca aqui diáriamente.
Se vier a colocá-la novamente no seu blog e ninguém a comentar, talvez isso também represente a não necessidade de comentar porque é simplesmente de-li-ci-o-sa. Essa foi a minha razão quando li a carta e não comentei.
Coisas há que dificilmente me escapam.