clarinho como água...

Não fosse o João e nem nos seus sonhos mais optimistas os meus dois tardus e parvus neurónios alcançariam a excelência da coisa..... mas finalmente, a luz. E previno-vos já que desejar o que está além do óbvio é seguir as pegadas de gente de ideias bizarras e pouco juízo.
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Entendo que Lisboa tem uma solução, mas esta deve ser encarada não na perspectiva da identificação das variáveis, que no meu ponto de vista é um trabalho ingrato, mas na identificação do problema e na aposta da sua resolução optando pela acção no plano da criação ou redinamização de dinâmicas. Tanto no plano das dinâmicas sociais, como no plano9 de parcerias que se possam desenvolver, como até no plano das apetências.Estou claro a caminhar na senda de uma teoria do caos… Muito subdesenvolvida ainda, mas que me parece o melhor caminho, quando as teorias deterministas estão a mostrar as suas limitações, tanto no plano teórico, como sobretudo na sua execução prática! [Abrir Lisboa]
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Digam o que disserem, haverá algo mais magistral do que falar claro?
Duvido.


Comentários
Há muito tempo que não leio nada tão claro, ideias desempoeiradas, límpidas, direi mesmo.
Raciocínio brilhante!
:-))))
;)
São estas as "Novas Fronteiras" do Costa?
Há-de ir longe...
Tão claro como a taça meia vazia de baga que elevo e brindo à clareza, clara e límpida que me acabou de clarificar as ideias que tenho sobre a cidade da claridade.
mais um caso de cerebros anaeróbicos...funcionam sem sinal de existencia de oxigénio...lol
vês? agradece :)))
nem mais...
bjinhos
looooooooool, tou a ver que entraste na onda :)))
bjinhos
fiquei esmagado.
ainda não sei como consegui juntar palavras para alinhavar este comentário...
ou as duas..
bj