ainda?..



Octávio Machado, diz numa entrevista do CM que não concorda com estrangeiros na selecção. Em todas as selecções incluindo atletismo, ou só no futebol?
No mundo global em que as pessoas circulam e trabalham onde sentem melhores condições, faz sentido não adquirirem a cidadania com todos os seus direitos e deveres? ou adquirindo, não poderem representar o país onde estão com os mesmos direitos que os outros cidadãos?? Ou Octávio Machado defende uma situação excepcional e discriminatória para o futebol?
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Como é óbvio não é o meu caso mas, mas há sempre quem concorde. E por boas razões, como explica o comentador Josef Mario:
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Companheiro octávio machado
Eu, josef mario, devo dizer que concordo inteiramente com a brilhante opinião do companheiro. Como todos sabem, eu, josef mario, tenho todos os preconceitos imagináveis em um ser humano, porém, felizmente, não sou hipócrita. Qualquer nação só deveria aceitar a naturalização de um estrangeiro em casos muito particulares nos quais o gajo fosse, comprovadamente, um ser diferenciado, de excepcional saber ou de inteligência brilhante. Eu, josef mario, por exemplo, como é do conhecimento geral, acabo de adquirir a cidadania francesa.Nos demais casos, eu, josef mario, enquanto nacionalista convicto, sou de opinião de que devemos prestigiar a merda nacional. Merda por merda, no caso das merdas nativas, existe a grande vantagem de conhecermos o seu cheiro e, algumas vezes, a própria consistência.
Muito obrigado

Comentários

Alien8 disse…
Estrangeiros é que eles já não são, visto que adquiriram, de pleno direito e sem limitações, a nacionalidade portuguesa... queiram ou não queiram os "puristas".

Boa semana, Cristina.

Um beijo.
Anónimo disse…
Companheiro octávio machado
Eu, josef mario, devo dizer que concordo inteiramente com a brilhante opinião do companheiro. Como todos sabem, eu, josef mario, tenho todos os preconceitos imagináveis em um ser humano, porém, felizmente, não sou hipócrita. Qualquer nação só deveria aceitar a naturalização de um estrangeiro em casos muito particulares nos quais o gajo fosse, comprovadamente, um ser diferenciado, de excepcional saber ou de inteligência brilhante. Eu, josef mario, por exemplo, como é do conhecimento geral, acabo de adquirir a cidadania francesa.
Nos demais casos, eu, josef mario, enquanto nacionalista convicto, sou de opinião de que devemos prestigiar a merda nacional. Merda por merda, no caso das merdas nativas, existe a grande vantagem de conhecermos o seu cheiro e, algumas vezes, a própria consistência.
Muito obrigado.
josef mario
Cristina disse…
josé mario


heheheheh!!! acordou com tendências escatológicas hoje ein??

bom,já que estamos numa de liberar o preconceito, antes essas que outras...

beijos
Cristina disse…
Allien

nacionalidade ou cidadania? ouvi o Dias Ferreira dizer que o termo nacionalidade já não se aplica, precisamente por já não fazer sentido no mundo global. o que a pessoa adquire são os direitos e deveres dos demais cidadãos, não exactamente a nacionalidade.

beijo
Anónimo disse…
Nacionalidade!
Ou então andamos todos a ler os livros errados.
Porquê?
Porque no final do processo se adquire o direito de dupla NACIONALIDADE.

Dupla, sim. Já que não se pode abdicar da NACIONALIDADE de origem.

Bejitos, Cristina
Unknown disse…
parece que o CM está a perder andamento... já precisa de um treinador que está esquecido no armário para publicar algo polémico...
Cristina disse…
reporter

ok, no entanto, o que está em causa é a segunda.
Cristina disse…
desi

é o que parece...
Alien8 disse…
Cristina,

Nacionalidade é o termo certo, e é também o que se adquire. Pelo menos é o que diz a lei... da nacionalidade.


Beijos.
Anónimo disse…
Neste mundo global onde parece que a nacionalidade já não interessa acho que todos os jogadores podem jogar em qualquer selecção! Agora selecção nacional é que não porque ou há nacionalidade ou não!
O melhor mesmo é fazer uma selecçãoi global e começar a prepará-la para o campeonato inter-estrelar! :)
Se, por razões de ordem logística, tal não for possível já este ano, acho que a nossa selecção nacional, por enquanto, só deve, apenas e somente, ser constituída por jogadores de nacionalidade portuguesa.
Anónimo disse…
Interessante! Ao ser atribuída a nacionalidade portuguesa a um cidadão estrangeiro, estamos a atribuir-lhes todos os direitos de cidadania. Incluindo o de votarem (bem ou mal) em quem governa o país. Mas, arrogamo-nos o direito de lhes negar o ¨privilégio¨ de representar o país, na selecção de futebol (nas das outras modalidades, nunca ninguém se importou).

Ou seja, se pretenderem representar Portugal como jogadores de futebol, nem pensar. Mas se, por absurdo, decidirem todos votar no PNR e forem decisivos na constituição dum bloco parlamentar fascista, não há crise.

Esta mentalidade ¨manuelina¨, levar-nos-ia a construir caravelas para descobrirmos as berlengas. Se não afundassem ao largo de Peniche, entretanto. :)

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