entre o deus e o diabo



do hoje ha conquilhas, amanha nao sabemos do Tomás Vasques:
A 8 de Outubro de 1967, Che Guevara (uma espécie de Trotsky latino-americano) foi assassinado na Bolívia, num desfecho previsível para a sua aventura da «revolução permanente». Não lhe restou outro caminho, porquanto as divergências com Castro não tinham sucesso à vista: ele era, em Cuba, um estrangeiro. 40 anos depois ainda há quem lhe tema o gesto de querer incendiar toda a América Latina. Significa, no fundo, temer o simbolismo da Irmã Lúcia, deixando de lado a Nossa Senhora de Fátima.
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De qualquer modo, Tomás, sobre Che Guevara, entre o revolucionário idealista e voluntarioso que aqui descrevi e o monstro sanguinário que pretende a revista Veja, estará um homem que, basicamente, confunde. E confunde, porque desperta em nós sentimentos tão básicos como antagónicos: o sentido de justiça, que materializava de forma viva e marcante nos anseios dos oprimidos, e, por oposição, o homem duro, capaz actos de violência extrema exercida sobre o seu semelhante. O igual desprezo pelo capitalismo e pelo comunismo mais ortodoxo. O homem bonito e sedutor e o guerrilheiro de feitio irrascível. O homem que não olhava a meios pela vitória, com o mesmo desprendimento com que nada pedia para si ou para os seus, a não ser melhores condições para continuar a luta em nome dos outros. O homem cuja vida, segundo ele próprio, valia nada. "Mata-se o homem, mas não as ideias".
Pessoas assim assustam. Assustam tanto, que é difícil conviver com as duas faces e cai-se na tentação demasiado fácil de escolher uma delas. Entre uma e outra estará Che, um enigma que perseguirá para sempre a imaginação humana cuja história começou como tantas outras: um jovem com um caderno nas mãos e uma idéia na cabeça: conhecer a América Latina, até nos cruzarmos mais tarde com a imagem eternizada por Koba numa das suas mais marcadas caracteristicas físicas: La fuerza de la mirada.
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Comentários

Anónimo disse…
Companheira cristina
Eu, josef mario, devo dizer que esta revista "veja" é a porta-voz no brasil da direita mais asquerosa, neo-liberal, reacionária e fascista que possa existir. Lamento que a companheira cristina tenha postado um artigo deste escarradouro em forma de revista que, nem no brasil, merece um mínimo de credibilidade. Este artigo é uma afronta à inteligência, mesmo de um idiota débil mental. Frases deste artigo, como, por exemplo, "por suas convicções ideológicas, che tem seu lugar assegurado na mesma lata de lixo onde a história já arremessou há tempos outros teóricos e práticos do comunismo, como lenin, stalin, trotsky, mao e fidel castro", me dão nojo e me fazem vomitar e defecar intensa e incontrolavelmente.
Para finalizar gostaria de citar apenas uma frase do grande líder e companheiro cambojiano pol pot, que, como eu, josef mario e o companheiro che, colocamos as idéias em um patamar de importância muito acima de que qualquer ser humano; "Para o país que estamos construindo (camboja), basta um milhão de revolucionários. Não precisamos do resto.Preferimos abater dez amigos a conservar um inimigo".
Desculpem a minha indignação.
Muito obrigado.
Cristina disse…
Josef Mario

eu sei o que é a Veja. no entanto, nunca fui de esconder as coisas, fica aí o artigo e fica também a imagem que tenho de Che. o resto é convosco.
se me permites a opinião, acho do essa frase do "companheiro pol pot" perfeitamente desprezível.
desculpe a minha indignação mas, matar dez amigos para não ter um inimigo por perto exemplifica bem o que é uma mente doente caracteristica de qualquer ditador.

lamento o seu nojo seja maior por uma revista que pelo assassinato dos amigos. opções...
aNa disse…
dele, minha querida, é uma das frases que eu mais gosto: há que ser firme, sem jamais perder a ternura.
o teu benfas... vamos lá a ver a 2ª parte :(
beijos.
gostaste do inferno da luz?
Um comentário que nada tem a ver com o post, mas não pude deixar de reparar nas novas cores e imagens e gostei. Um apelo ao aconchego outonal.

beijocas
Cristina disse…
aNa

o meu Benfas já devia ter saído da Champions. eu bem dizia que era melhor que ir pra lá fazer má figura..

bjocas
Cristina disse…
rosalina

obrigada, fica com um ar acolhedar não?

obrigada, um beijo grande.
Anónimo disse…
Cristina, levei um susto ao ver a foto abaixo, nunca vi uma pessoa tão parecida comigo. Bom, gostei de seu texto ponderado (desconsidere as bobagens bolivarianas), não entendi a comparação com o Trostky,talvez o despojamento do nacionalismo por uma visão terceiro-mundista de libertação. Deixo a bela música e letra do Silvio Rodriguez:
Hombre

Silvio Rodríguez

De quererte cantar sufro disnea
bastante más allá de los pulmones.
Tu sombra brilla hoy en la pelea
mayor de la conciencia y las razones.
Por ti canto de pecho,
como el sueño en que giro
y leve, como aún respiro.
Por ti adelanto trecho
a lo que falta en tono
y canto lo que no perdono.

Hombre, hombre y amigo,
aún queda para estar contigo.
Hombre, hombre sin templo
desciende a mi ciudad tu ejemplo.

Supiste cabalgar contra quien odia
desde su torre de odio y exterminio,
pero, en mi parecer, te dio más gloria
el alma que tallaste a tu dominio.
La medicina escasa,
la más insuficiente
es la de remediar la mente.
Y la locura pasa
risueña cuando engaña,
cual odio de la propia entraña.

Hombre sin apellido,
un poco de piedad te pido:
hombre, ay, todavía,
que un tanto más allá está el día.
De la melena inculta a la calvicie,
del número inicial a lo incontable,
desde la tumba hasta la superficie,
tras breve veinte tan multiplicable
me llega un canto alado
de fiebres de la infancia,
me brota la invención del ansia
y entero y mutilado,
furiosamente a besos,
te doy mi corazón travieso:

Hombre, hombre sin muerte,
la noche respiró tu suerte,
hombre de buen destino,
y hay luces puestas en camino.
Anónimo disse…
Ah, sim...Não podemos entender as ações dos homens fora do contexto histórico em que elas ocorreram. Beijocas
Anónimo disse…
Uma das passagens que revelam a crença numa nova sociedade está a carta do Che a seus familiares, dizendo que deixava de herança aos seus não bens materiais, mas uma nova sociedade em que esses bens não teriam valor. Que venga esta nueva sociedad!
Cristina disse…
surfista, espero que em coisa melhor:)

a comparação a Trotsky será, julgo, pela postura de intolerância e brutalidade na luta, pela facilidade de decreto de fuzilamentos e por aí..

a frase que deixas é bonita, que venha o "homem novo" então. :)

um beijo grande, pra ter a certeza que chega aí ;)
Cristina disse…
ahhhhh, surfista!! desculpa ter usado a tua foto sem autorização, mas não resisti...


ps-quanto ao bolivariano, é a prova do que eu disse lá no Doria: QI não é garantia. ou então é uma grande personagem, o que não deixa de ser uma possibilidade, tal é o despautério.
Anónimo disse…
Não sei se é uma grande personagem, mas alega ter outras qualidades gigantescas, pelas quais não nutro qualquer curiosidade. Mas que o cara abaixo parece comigo, nem tenho dúvidas.Será que tenho um irmão gêmeo desses de novela da Globo e que não sabe quem é o pai? :o)
Anónimo disse…
Olá Cristina, o nosso Benfica precisa de nós agora mais que nunca. É nos momentos maus que se descobrem os amigos. É tão fácil estar ao lado dos poderosos e vencedores. E é ai que o Che nos toca. Foi ele a imagem da esperança para os milhões que nem sabiam que existia algures uma palavra que aliviasse o amargor do seco engolir. Foi ele a centelha que acordou os que tinham desistido de sonhar. Foi Ché apenas um jovem com tudo o que os jovens representam; Futuro e ruptura, o atrever dum amanhã na ilusão de que se pode viver livre de paradigmas.
Ché como dizes, deu jeito às ideologias emergentes no continente depois tornou-se incomodo. Tal como Cristo que segundo o novo testamento e os crentes, foi crucificado pelos poderoso e entregue pelos que ele veio salvar. Há uma predestinação maldita que acompanha todos os Messias. Mensageiros da esperança, dão a carne como moeda de troca aos que só sabem fazer da traição a sua forma de dizer "obrigado".
A proposito da sua assustadora violência, apetece-me citar, se me permites, a frase atribuida segundo muitos autores a Brecht, e segundo outros a uma origem mais polémica:

" Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem.,"

A violência guerrilheira é sempre gritada e potenciada pelos que - donos do poder - a exercem de forma surda no conforto das suas gordas ditaduras.
Seja como fôr, e para desespero para esse obscuro (e condenado ao esquecimento) articulista do Veja, Ché conquistou a imortalidade tal como os seus comparsas longe de séculos; Robin Hood, Quilherme Tell ou nem indo tão longe, o nosso Viriato, heroi guerrilheiro da nossa Lusitanidade, também ele mensageiro violento da esperança contra a opressão dos poderosos e também ele traido pelos seus.

Ah...e quase que me esquecia (o que eu gosto duma boa discussão)
Uma BJOKA!

Carlos
Cristina disse…
surfista

eu desconfio muitissimo de quem "alega qualidades". como dizia a minha mãe, o bom produto não precisa de publicidade..
Cristina disse…
Charlie

tornou-se incomodo por esse desprendimento do poder. ele fazia coisas.ele sonhava com uma reforma agraria e ía para os campos fazer, ao lado dos camponeses. foi isso que ja ouvi de alguns cubanos,que têm verdadeiro fascinio por Che, ao contrario de Fidel. sentiam-no como igual, como alguem que estava ali por eles, e achava que com vontade eles eram capazes, dava-lhe essa força. detestava dependencias, nomeadamente da URSS. aí, começaram os problemas.

os criticos têm tendencia a dizer que a sorte dele foi ter morrido novo, não teve tempo de se deixar queimar...lol...Che morreria sempre novo. era impossivel sobreviver ou morrer instalado nos doces sofás da fama. impossivel. ele sabia muito bem disso, preparou-se para isso desde a primeira viagem.

enfim, um personagem fascinante, de facto. se tiveres oportunidade, vê os videos que deixei no post abaixo desse cujo link está no texto.

beijos, os que quiseres.
Anónimo disse…
Sobre a reportagem da nojenta neoliberal Veja:
Os 40 anos da morte de Ernesto Guevara Lynch de la Serna, a se completarem em 9 outubro, dão ensejo a uma nova temporada de caça ao mito Che Guevara por parte da imprensa reacionária, começando por Veja, que acaba de produzir uma das matérias de capa mais tendenciosas de sua trajetória.

"Veja conversou com historiadores, biógrafos, antigos companheiros de Che na guerrilha e no governo cubano na tentativa de entender como o rosto de um apologista da violência, voluntarioso e autoritário, foi parar no biquíni de Gisele Bündchen, no braço de Maradona, na barriga de Mike Tyson, em pôsteres e camisetas", afirma a revista, numa admissão involuntária de que não praticou jornalismo, mas, tão-somente, produziu uma peça de propaganda anticomunista, mais apropriada para os tempos da guerra fria do que para a época atual, quando já se pode olhar de forma desapaixonada e analítica para os acontecimentos dos anos de chumbo.

Não houve, em momento algum, a intenção de se fazer justiça ao homem e dimensionar o mito. A avaliação negativa precedeu e orientou a garimpagem dos elementos comprobatórios. Tratou-se apenas de coletar, em todo o planeta, quaisquer informações, boatos, deturpações, afirmações invejosas, difamações, calúnias e frases soltas que pudessem ser utilizadas na montagem de uma furibunda catilinária contra o personagem histórico Ernesto Guevara, com o propósito assumido de se demonstrar que o mito Che Guevara seria uma farsa.

Raciocínio tortuoso

Assim, por exemplo, a Veja faz um verdadeiro contorcionismo retórico para tentar tornar crível que, ao ser preso, o comandante guerrilheiro teria dito: "Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto". Ora, uma frase tão discrepante de tudo que se conhece sobre a personalidade de Guevara jamais poderá ser levada a sério tendo como única fonte a palavra de quem posou como seu captor, um capitão do Exército boliviano (na verdade, eram oficiais estadunidenses que comandavam a caçada).

É tão inverossímil e pouco confiável quanto a "sei quando perco" atribuída a Carlos Lamarca, também capturado com vida e abatido como um animal pelas forças repressivas.

E são simplesmente risíveis as lágrimas de crocodilo que a Veja derrama sobre o túmulo dos "49 jovens inexperientes recrutas que faziam o serviço militar obrigatório na Bolívia" e morreram perseguindo os guerrilheiros. Além de combater um inimigo que tinha esmagadora superioridade de forças e incluía combatentes de elite da maior potência militar do planeta, Guevara ainda deveria ordenar a seus comandados que fizessem uma cuidadosa triagem dos alvos, só disparando contra oficiais...

É o mesmo raciocínio tortuoso que a extrema-direita utiliza para tentar fazer crer que a morte de seus dois únicos e involuntários mártires (Mário Kozel Filho e Alberto Mendes Jr.) tenha tanto peso quanto a de quatro centenas de idealistas que arriscaram conscientemente a vida e a liberdade na resistência à tirania, confrontando a ditadura mais brutal que o Brasil conheceu.

Exercício de jus esperneandi

Típica também – e não por acaso – da retórica das "viúvas da ditadura" é esta afirmação da Veja sobre o legado de Guevara: "No rastro de suas concepções de revolução pela revolução, a América Latina foi lançada em um banho de sangue e uma onda de destruição ainda não inteiramente avaliada e, pior, não totalmente assentada. O mito em torno de Che constitui-se numa muralha que impediu até agora a correta observação de alguns dos mais desastrosos eventos da história contemporânea das Américas".

Assim, a onda revolucionária que se avolumou na América Latina durante as décadas de 1960 e 1970 teria como causa "as concepções de revolução pela revolução" de Guevara e não a miséria, a degradação e o despotismo a que eram submetidos seus povos. E a responsabilidade pelos banhos de sangue com que as várias ditaduras sufocaram anseios de liberdade e justiça social caberia às vítimas, não aos carrascos.

É o que a propaganda enganosa dos sites fascistas martela dia e noite, tentando desmentir o veredicto definitivo da História sobre os Médicis e Pinochets, que protagonizaram "alguns dos mais desastrosos eventos da história contemporânea das Américas".

Não existe muralha alguma impedindo a correta observação desses episódios, tanto que ela já foi feita pelos historiadores mais conceituados e por braços do Estado brasileiro como as comissões de Anistia e de Mortos e Desaparecidos Políticos. Há, isto sim, a relutância dos verdugos, de seus cúmplices e de seus seguidores, em aceitarem a verdade histórica indiscutível.

E a matéria de capa da Veja não passa de mais um exercício do jus esperneandi a que se entregam os que têm esqueletos no armário e os que anseiam por uma recaída totalitária, com os eventos desastrosos e os banhos de sangue correspondentes.
Cristina disse…
surfista

obrigada pela excelente defesa de Che, e claro que concordo consigo, a revista de um lado e o bolivariano do outro, não sei o que é pior..:)

agora, não podemos santificar o homem também! é claro que é perfeitamente compreensivel a mistificação, o fascineo, a crença num salvador de um continente sob ditaduras ferozes (infelizmente algumas ja em sentido inverso),mas, eu acredito que ele era duro, que matou muito, que era impiedoso com os inimigos, ou mesmo com quem julgava inimigos, que fez erros, pessoais, politicos, de avaliação, eu sei lá... não tenho a ilusão de que estavamos ali perante um romantico piedoso. e se calhar tinha que ser assim. não ha guerrilhas nem revoluções de flores, isso é exclusivo nosso :)))

eu acho, sinceramente, que conviveram o bom e o mau nele. mas, no fim das contas, o que ficou para a historia foi a parte boa, e isso deve querer dizer alguma coisa.
Anónimo disse…
Li sofregamente tudo o que os links referiam e visionei o vídeo.
Sabes, conhecí o Fidel. Era na época um gaiato e lembro-me do que ele disse ao meu pai quando pretendiamos entrar em Havana. " Los Portugueses no son bienvenidos!" Y como no fuimos bienvenidos, pués que nos fuimos de regreso al Santa Maria que estava ancorado alí mismo en el puerto de Havana.
Foi a última viagem que as rotas de navio portugueses faziam então passando por Cuba.
Ao ler o teu post senti-me transportado para essa dimensão onde o tempo fica elástico e o ontém se mistura com o sempre.
Deixo para amanhã o visionamento do video, depois digo mais.

Dos beijos, quero todos claro, e deixo-te os que quiseres tb.
;)
Anónimo disse…
Correcção; onde digo visionarei digo: Re-visionarei o vídeo.
Tenho de ver novamente mas agora estou já um pouco estafadito, mas prendeu-me e preciso de ver com a cabeça livre do sono que me castiga os neurónios e dizer algo sobre ele.
Muitas jokas
Cristina disse…
Carlos

os videos são 6, do youtube, é melhor seguires a etiqueta Che guevara
aqui

está lá este post, depois a historia dele, e depois os 6 videos. vale a pena, de verdade.

eu não conheci Fidel, :(( mas conheci uma neta dele, em circunstancias muito dramaticas. eu sabia quem eles eram e como chegaram cá, mas eles não sabiam que eu sabia. nunca falámos de cuba.

depois, tenho 6 colegas de trabalho cubanos, uns legais outros fugidos. são eles que me têm contado em pormenos como tudo se passa. ahh, estive em Cuba também. de ferias, onde aproveitei para falar com quem encontrava, principalmente os velhos. inesquecivel..
Cristina disse…
esqueci-me, descansa, amanhã vês com calma.

beijos, boa noite:)
Anónimo disse…
Companheira cristina
Eu, josef mario, devo dizer que "a propaganda é a alma do negócio", ao contrário do que a companheira afirma. Basta verificar uma recente pesquisa por mim, josef mario realizada em uma amostragem de 1.012,7 pessoas, para saber se tinham curiosidadede em conhecer os meus avantajados, descomunais e bestiais dotes físicos. De acordo com os resultados obtidos, 89,3% dos entrevistados afirmou que tinha muita curiosidade , 28,9% dos entrevistados afirmou que tinha uma curiosidade média e apenas 9,1% dos entrevistados encontram-se ainda indefinidos.
Muito obrigado.
Cristina disse…
josef stalin

eu estou nesses 9,1%

ainda não sei se vale a pena, ou se é perda de tempo. 'cê é mais louco do que permitem os regulamentos..
Anónimo disse…
Hehehe....
Bom dia! :)
Como se prova que o sono é tão perigoso quanto o tal copito a mais...
Só tinha visto ontem à noite, (há bocadito a bem dizer) o primeiro filme no U-Tb. Vou reve-lo e ver os outros.
Quanto ao comment que deixaste na minha nuvem, só escrevo umas histórias de vez em quando e quando consigo livrar-me da leitura compulsiva que me prende e tira quase todo o tempo livre.
Jokinhas, assim....ora xacaver...umas 1289.
Anónimo disse…
Mil desculpas, mas o texto não é meu. Retirei do observatório da imprensa, por Celso Lungaretti em 2/10/2007
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=453FDS001

O espaço amostral do Josef Mario não termina em 100% e eu me inclua fora disso. Beijocas.
Anónimo disse…
Companheiro surfando na jaca
Eu, josef mario, devo dizer que, como todos sabem, costumo exceder nos meus números em geral. Basta ver que o meu QI é 180, o meu QP é 30 centímetros e o meu sapato é nº 46. Portanto, nada mais natural do que qualquer percentual referente a minha pessoa venha a exceder os 100%, como foi o caso presente.
Muito obrigado.
Cristina disse…
Prof Dr Josef mario

é melhor reduzir aí o QI, não me parece adequado a quem anda por aqui a falar com duas pessoas diferentes pensando que é a mesma...

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