vamos lá então...



das Neves a carpir as mágoas em fase saudosista dos idos tempos áureos.
A igreja, ahh... a igreja, essa grandiosa instituição beneficente, generosa, altruísta, magnânima...e nós, pobres almas, criaturas do demónio...Estado sem rei nem roque, que em nome da igualdade abstracta das religiões oprime a única que tem real expressão social. (...)O Estado decide intrometer-se na intimidade das pessoas só para complicar e estragar. A Igreja beneficia com estas perseguições. Mesmo hipócritas e veladas, elas desinstalam-na, estimulam-na, purificam-na. Se não fosse o enorme sofrimento que causam nos pobres, até se deviam aplaudir estes ataques.
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Seremos nós suficientemente gratos? Isto, independentemente de, por um absurdo acaso, estas graças concedidas terem como propósito principal a benevolência suprema, claro, e de mesmo assim, pesar de todo o desvelo, adulterando o adágio, acreditar que é mais fácil um camelo passar no buraco de uma agulha que um padre no reino dos céus....

Comentários

Anónimo disse…
o negócio do das Neves anda por baixo, parece que ninguém liga muito
Manel disse…
Dou de barato um conselho ao Das Neves: que arranje uma amante que a coisa melhora.
Se melhora!

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