Menos, menos. A alegria e o entusiasmo pela vitória do Obama não impedem que a maioria dos que vibraram com a sua campanha enxergue as complicações que ele terá pela frente, notadamente para nós da América Latina.
Fado Alexandrino, demorei a retornar, mas complemento o meu comentário.
Um presidente mexicano já chegou a dizer que o problema do seu país era ficar muito longe de Deus e muito perto dos EUA; a América Central, exceto Cuba, é tratada como quintal (que alguns quintais não se ofendam).
A política interna da Colômbia é monitorada totalmente pelos Estados Unidos através de um tal Plano Colômbia; na Venezuela, partes majoritárias da imprensa, do empresariado, entre outros, esperariam apenas um estalar de dedos norte-americanos para tentar uma loucura contra o fanfarrão Hugo Chavez.
No Brasil, temos cm eles um tremendo contencioso em termos de comércio internacional que nos é absurdamente desfavorável.
Parando por aqui, acho que dá para perceber a que tipo de dificuldades me refiro. O presidente de lá não é o nosso, mas império é império e existem periferias e periferias.
Comentários
Então mas ele foi eleito presidente dos states ou da américa latina?
Um presidente mexicano já chegou a dizer que o problema do seu país era ficar muito longe de Deus e muito perto dos EUA; a América Central, exceto Cuba, é tratada como quintal (que alguns quintais não se ofendam).
A política interna da Colômbia é monitorada totalmente pelos Estados Unidos através de um tal Plano Colômbia; na Venezuela, partes majoritárias da imprensa, do empresariado, entre outros, esperariam apenas um estalar de dedos norte-americanos para tentar uma loucura contra o fanfarrão Hugo Chavez.
No Brasil, temos cm eles um tremendo contencioso em termos de comércio internacional que nos é absurdamente desfavorável.
Parando por aqui, acho que dá para perceber a que tipo de dificuldades me refiro. O presidente de lá não é o nosso, mas império é império e existem periferias e periferias.