Numa crónica algo confusa pela mistura de assuntos que embora interligados têm vertentes diferentes, Inês Pedrosa toca, no entanto, em alguns aspectos que separadamente merecem alguma reflexão...por exemplo:

«o discurso oficial e mediático sobre a infância tem vindo a tornar-se progressivamente castrador em relação às mães que trabalham. Sempre que o desemprego aumenta, assistimos ao regresso do discurso sobre o Grande Trauma da Separação da Mãe. Foi assim em todos os pós-guerras do século XX, continua a ser assim nestes anos de recessão económica. Só a decoração do discurso vai mudando: como hoje parece mal limitar os direitos das mulheres, embrulha-se a conversa no «direito à domesticidade». Gostava que me explicassem porque é que esse famoso direito a prescindir de um salário e de um projecto de vida pessoal há-de ser exclusivo das mulheres. Umas almas democráticas retorquirão apressadamente que ninguém impede os homens de fazerem o mesmo. Mas claro que tudo impede os homens de se tornarem «donos de casa»: se não for o facto, também provado, de que mais facilmente conseguem ascender em qualquer carreira (são preferidos à partida, porque um potencial patrão, diante de dois currículos iguais, selecciona o empregado que não tem risco de engravidar), será o opróbrio social e a chacota dos amigos a empurrarem-no para a rua. Ou não se diz de um homem que vive do ordenado da mulher que é um chulo? Das mulheres que vivem do salário dos homens diz-se que são... donas de casa...»

comentários?? :))

Comentários

wind disse…
Há uns anos dava uma série na televisão que era sobre um empregado doméstico. Acho que era uma utopia e continua a ser. É este o meu comentário:) beijos
Parrot disse…
Cristina,

Estava para brincar com isto, …aqui vai a minha humilde e sincera opinião:
Tudo é uma questão de escolhas que devem ser assumidas em casal. Essas escolhas devem partir do pressuposto que o papel do homem e da mulher é diferente e é específico de cada um. Não podemos inverter os papeis, e deve, isso sim, existir um assumir de certas responsabilidades que deverão ser acordadas em casal. Estes discursos já começam a "cansar". Será que as mulheres estão em pior situação do que à uns anos atrás....sinceramente penso que não, e isso são conquistas. Antigamente não existiam escolhas...o dever da mulher era ser a dona de casa e ser mãe. As oportunidades não existiam como hoje, e era fácil fazer escolhas...existia pouco por onde escolher.
Depois existe o perigo de generalizarmos, o que é sempre perigoso e redutor.
Porque não falar dos homens que repartem o tempo as tarefas domésticas? Esses, fazem menos do que antigamente (tarefas domésticas)? Porque não falar dos empregadores eu não olham para estas situações? Esses não existem? E os que montam creches nos locais de trabalho? Uma mulher ganhar mais do que os homens. Isso é um problema(?)……penso que é mais falta de maturidade.
Não podemos exigir igualdade em coisas onde não existe igualdade possível, e isso começa com o dom de ser mãe, que obriga a mulher a um papel diferente do homem. É certo que obriga a mulher sacrifícios e a escolhas, que muitas vezes são difíceis. Mas escolha exige optar por um caminho em detrimento de outro….mas isso é uma “luta” para toda a vida. Não se pode chegar a uma destino percorrendo ao mesmo tempo dois caminhos diferentes.
O primeiro passo para se lutar pela igualdade, é reconhecer as diferenças…….

Desculpa Cris….. está demasiado longo.
Beijo
Parrot disse…
Bolas....agora é que reparei que me alarguei demasiado.

Desculpa
LM disse…
Não gosto da Inês Pedrosa.
E este texto é excelente para o comprovar.
maloud disse…
Eu já disse isto noutro lado, que se suicidou, mas repito. Sou dona de casa por opção. Não vivo à pala de ninguém. A experiência, ando nisto há 30 anos, mostra-me que é de compreensão difícil, mas havendo dúvidas{ uma vez falei com um funcionário da Markteste, que insistia em pôr-me no rol das desempregadas}, esforço-me por as dissipar.
Zb disse…
Sempre tive e tenho muito respeito pelas donas de casa , tal como tenho por tantas outras pessoas , acho que têm um papel importante e apenas vivem à custa do seu trabalho , que muitas vezes é bem mais desgastante que o do seu "companheiro". Sobre os chulos, não os tenho em boa conta, mas se calhar fazem o seu papel na sociedade ...

beijos, boa noite
Cristina disse…
wind

continua a ser. por pressão social, claro.

beijo
maloud disse…
Amanhã explico que não sofri nenhuma pressão social.
Boa noite.
Cristina disse…
parrot

sabes o que me chamou a atenção??

uma com que não concordo( e aí talvez tenha uma opinião diferente):

os patrões, talvez discriminem por causa das licenças de parto.talvez. mas o que eu acho que pesa mais, e vejo isso no dia a dia é o obstencionismo relacionado com todas as outras responsabilidades da educação e que giram à volta da mulher e essas, meu caro, podemos partilhá-las na boa, que os putos não se importam ;)

a mulher só tem um papel obrigatoriamente diferente durante a gravidez e o parto, mais nada. se assim entender o casal.

o outro aspecto interessnte e que concordo, e o peso social:

assim, quantos homens conseguem chegar ao pá dos amigos e família e dizer que o casal decidiu que ela trabalha e ele fica em casa??

o resto, tens razão, obviamente.

beijos:)
Cristina disse…
Lm

por acaso a cronica é má, no entanto, neste fragmento, o que mais me chamou a atenção foi o fim...era isso que eu gostava que "eles" comentassem looool

mas vão fugir..apostas?? looool

beijocas
Cristina disse…
Ma loud!!!!!!!!claro...

não acredito!! é mesmo quem eu penso não é??? caramba, que honra!! eu vi esse comentário! aliás vi, acho, todos os seus comentários looool. "grande comentadora" :))))


já disse aí em cima que o que achei mais interessante discutir foi o modo como se vê a mulher dona de casa e o homem. é óbvio que as tarefas, as funções são divididas ou discutidas pelo casal. não é isso. mas, o que é facto é que essas opções são completamente influenciadas pelo que se espera que seja função de um e de outro.ou seja, não há muita liberdade de escolha, quando os papéis se "invertem", acaba por deixar desconfortáveis s dois...

beijinho, obrigada por ter vindo:)
Parrot disse…
Cris,

O que estás a dizer é que o homem, pelo papel que tem na sociedade, passa ao lado da educação dos filhos, ao contrário da mulher. Cada caso é um caso, e se calhar na grande maioria dos casos tens razão. Se considerares que educar é estar mais presente, concordo. Se considerares que educar exige a mesma presença, não estou de acordo, sendo que o estar presente é muito importante. O tempo gasto não é proporcional à qualidade da educação. Estas discussões sobre o papel do homem e da mulher não me parecem lógicas, porque, sob o meu ponto de vista, o segredo reside no equilibrio . Muitas vezes com sacrifício para a mulher, outras vezes para o homem. Não é fácil, claro que não é fácil, mas nisso que acredito.
Sobre esta problemática existe um autor, que se me permites a sugestão, tem uma visão muito interessante. Chama-se Kjell Nordstrom. Tem uma visão diferente e bastante interessante. Estamos num mundo em mudança, e como tal também existe mudança de papeis.
Minha querida, o mundo cada vez mais é vosso.

Beijo e boa noite
Obrigado pela companhia
.
Alien8 disse…
Não gosto da crónica. Posto isto...
Os empregadores escolhem em função da possível gravidez, ou melhor, das possíveis gravidezes, mais do que em função do abstencionismo - esta é a minha opinião baseada na experiência.
O "direito à domesticidade" é uma expressão "politicamente correcta" para algo que me parece evidente: a mulher, como o homem, não tem nada que ter uma "carreira profissional", ou não tem que a manter sempre, se assim o não quiser. Pode preferir dedicar-se aos filhos, sem que isso implique o "ficar em casa". Hoje coloca-se a "carreira profissional" acima de tudo, em particular nos grandes centros urbanos, e confunde-se - como na crónica - carreira profissional com projecto de vida pessoal. Por vezes não há carreira nenhuma, nem assistência aos filhos. Nem projecto de vida pessoal nenhum. O projecto de vida pessoal é, num casal, indissociável do projecto de vida em comum - ou então não há nada que se pareça com um casal. Por isso ao casal compete decidir quem faz o quê, em função dos casos concretos e das concretas necessidades de cada criança. Pela minha parte, não teria o mínimo problema em "ficar em casa", nem qualquer sentimento de vergonha por causa disso. Porquê? A "pressão social" que se lixe! E também não me parece que a generalidade dos membros do sexo masculino reajam, ainda hoje com o "opróbio social e a chacota". Já foi tempo, agora não me parece.
Fugir à questão? Por alma de quem??? :)))
Beijos.
Parrot disse…
Em resposta à provocação......somos um mal necessário.
LOL

Sendo ou não os donos da casa.

**

Quanto a mim, não tenho nem terei nenhum problema em ficar em casa. Para mim, em determinados assuntos, não me afectam opiniões...estava tramado
Cristina disse…
kami
até me habituar....loool

respeitar, respeitamos todos...a questão é a facilidade da escolha lol

é possível funcionar ao contrário?

a ideia que se quer fazer passar de que as crianças "dependem da mãe" é pura mentira, só dependem dela desde que são concebidas ate acabar a amamentação;)

jinhos
Cristina disse…
a.j.faria

como queiras:)

virás quando te apetecer, eu, igualmente:)

beijos
Cecília Longo disse…
ola fada madrinha
obrigada:)
bj

ps: o assunto em epigrafe tem q se lhe diga:
- muita discussão social mas vamos a factos:
sec xix uma george sand era uma raridade no xxi nem tanto.
Mas as conquistas suadas teem custado mais h de trabalho extras ao ser dito fragil.... segundo estudo trabalham em media mais 3 a 5 h q os homens do mesmo agregado familiar.

mas o panorama é rosa:pois num seculo - realmente mulheres, ate ja votamos;),ja temos cotas e dia da mulher.....(.lol ou será choro... )que mais medidas vao inventar?

o direito à diferença existe, a discriminação é que se escusa.

claro que tb ha situaçoes excepcionais em q homens e mulheres tão bem........
José Pires F. disse…
A cada dia que passa, vejo mais mulheres a dizer; que se soubessem o que sabem hoje, teriam com certeza preferido a carreira de donas de casa.
Vejo, vejo… quando chegam ao fim de 20 anos de trabalho, e a carreira sonhada não veio, a independência procurada não veio e se ficaram pela mediocridade, de um emprego mediano.
Para trás, ficaram aqueles dias em que queriam estar mais com os filhos, mas eles estavam na creche porque a mãe e o pai estavam no escritório.

Com toda a honestidade, pergunto-me se este é de facto o caminho?
Trabalho com muitas mulheres, e isto é o que oiço das que trabalham há 15 ou 20 anos.

Eu acho que o que tem de mudar nas mentalidades, é o conceito com que ainda se vê a dona de casa, que quanto a mim, deveria ser uma profissão das mais nobres.

Um abraço.

PS: E não tenho nada contra os donos de casa, nem me importava de ser.
Cristina disse…
parrot

alien

peço desculpa, respondo amanha com mais calma....ok? nao me esqueço lol

beijinhos
Cristina disse…
parrot

claro que educação,não é só presença, mas também é. e só se pode dizer isso, quando se tem quem esteja ;)
mas isso ja sabemos, quantidade não é qualidade e por aí fora...
agora, é um facto, e ja uma vez aqui discutimos isso, entre duas carreiras, o casal ainda continua a investir na do homem. e não só o casal, quem o rodeia, vê por exemplo que quando há algum problema na escola, de toda a ordem se fala com a mãe, se a criança adoece telefona-se à mãe, se há reuniões telefona-se à mãe, por aí fora...mais, se a mulher abdica desse papel, é altamente criticada, considerada negligente, etc.

falava ainda a Inês de direitos das mulheres que muitas vezes assentam em "regalias" como aumento do tempo de licença de parto, ou apoio à domesticidade....

tretas!! não considero isso direito nenhum, não obrigada. quero que os estado me dê a possibilidade de criar os filhos escolhendo.se decidir investir na carreira, que me dêm melhor apoio, de modo a que não chegue a uma situação em que me arrependa de não ter ficado em casa, tais são as dificuldades, como bem refere o piresf.

é por isso que muitas chegam aos 20 anos de trabalho e"estão pelos cabelos", porque será??? porque é que isso não acontece com os homens??

beijinho
Cristina disse…
alien

o projacto que fazes para a tua vida inclui tudo, não é??

o problema é a possibilidade de escolha. eu conheço mulheres que optaram por não ter filhos porque decidiram que queriam investir muito na profissão e tiveram medo de não "dar conta" de tudo...triste isso. mas até compreendo. e estou a falar de mulheres casadas, nem me atrevo a falar das outras...

mas adiante, dizes que não terias problemas em ficar em casa mas repara, dizes isso agora, ou terias tido a mesma postura quando te casaste? começarias logo por aí? ;)

beijos
Cristina disse…
piresf

acho perfeitamente natural...agora diz-me lá, porque é que ouves essa conversa às mulheres e não aos homens???? poque é que só elas é que têm esse sentimento de culpa??? ou ainda, porque é que as mulheres chegam aos 20 anos de trabalho esgotadas e a pôr em causa a opção e os homens não? ;)

ainda bem que falaste nisso ;)

beijinhos
Cristina disse…
cila

de nada:) unidas venceremos looool

mais 3 a 5 horas de trabalho...claro!! lol e dpois, diz o piresf que elas aos 20 anos de trabalho, desejam nunca ter saído de casa...pudera...

pois é, quotas, dia da mulher, já votamos e com tanta modernice, como diz a anedota, qualquer dia até fumamos....loooool

beijos
Anónimo disse…
Embora não concorde em tudo com a Inês Pedrosa, neste caso, está certa.

Onde preencho o formulário para me tornar "Dono de Casa"? ;))))))))
Cristina disse…
kami

lol, essa matou-me ;)

bacci's tanti :))
Cristina disse…
me

mando-te os impressos lindo!! looool

beijocas, um bom dia
princesa disse…
Para mim é uma questão de opção e educação...

Não se podem mudar as 'rotinas' de uma sociedade de um dia para outro...quem tem filhos homens alguma vez lhes ofereceu vassouras; fornos e microondas para bricarem? (a resposta é sempre a mesma ...)

Eu tenho um marido que partilha comigo tarefas em casa e trata tb dos filhos mas eu nunca o deixaria 1 fds que fosse sozinho com eles sem deixar: comida feita, horário na porta do frigorifico, and so on!!!!

A sociedade tem q evoluir e não é uma questão de mulheres verso homens... tem que se evoluir em conjunto!
Rosa disse…
Pois... Assino em baixo.
Anónimo disse…
Optimo! Mas, não faço a cama, não cozinho, não lavo a loiça, não passo a ferro, não tomo conta de crianças...

Para tudo o resto, eu e o Mastercard, estamos disponíveis. ;))))))
ZGarcia disse…
O ideal era que o pai e a mãe trabalhassem em casa.
Cristina disse…
ixexpo

:)))) infelizmente tens toda a razão, a culpa é nossa....lol

a conclusão é obvia, atrás de cada homem, há sempre uma mãe:))

beijocas
Cristina disse…
rosa

voltaste!!

beijocas.
Cristina disse…
lobo das estepes

é muito interessante a questão que coloca, porque começamos logo por aí...o salário médio português não permite grandes dissertações sobre o assunto loool
mas em relação à última afirmação (maridos de mulheres com ordenados elitistas) já há tempos aqui discutimos o assunto e...é um dos motivos de divórcio :))) por várias razões que se adivinham nem sempre o homem aceita naturalmente este facto, quanto mais ficar em casa e ela trabalhar lol~

um beijo

ps-já reparou que a Riquita já não existe? :))
Cristina disse…
me...
quer dizer que além de tudo teria que ter empregada??? looool, não estás a ver bem a coisa...:))))

assim, não há negócio, sair muito caro ;)
Cristina disse…
piscoiso

sábias palavras, isso é que era uma família;)

de baixo da ponte, mas uma família;)

beijos
Duas notas, muito breves, para salientar:

- que ser mãe é uma imenso projecto de vida;

- discordo da preferência dada pelo mercado de trabalho aos homens mas há atenuantes para esta realidade que não são referidas nesta nota.

JAC
Blog - "O meu Computador"
(Tecnologias de Informação e Comunicações)
http://o-meu-computador.blogspot.com/
maloud disse…
Cristina,
Devo ser essa, mas passei à clandestinidade, por isso mesmo. Ser dona de casa por opção é incompreensível e enervante, para quem não tem opção.
Como disse que explicava que não tinha sido pressionada, vamos a isso. Não fui educada segundo o machismo comum na época pré-histórica da minha adolescência. Direitos e obrigações iguais para o meu irmão e para mim. Aos 25 anos nasce a primeira da prole. Agora já tem 30. Dava aulas de português e francês num liceu do Porto aos deliciosos adolescentes. Facilmente é imaginável o fascínio de ser sôtora. Como o meu pai era perspicaz, propôs-me largar aquele Éden e pagar-me ele o ordenado. Magra como um cão, a precisar de psiquiatra à cabeceira para continuar a suportar tamanha felicidade liceal, não hesitei um segundo. Perdeu-se um talento pedagógico, que faria empalidecer de inveja a dr. Ana Benavente. Ganhei tempo para ler, ouvir música, sair quando me apetece, sem ter de recorrer a essa instituição nacional do falso atestado. Não ganhei a esfregona, porque a entidade parental sensibilizava que não era muito dotada, e lá arranjou quem a manuseasse com superior competência. A prole foi crescendo até ao número mágico 3, quando desapareceu quem me proporcionava isto, sem dependências económicas. Claro que herdei o quantum satis, para que este doce viver se mantivesse até hoje.
Sou um caso especial? Talvez. Nunca me arrependi.
Beijinhos
Anónimo disse…
... e pagares o Mastercard. ;)
maloud disse…
Hoje a tarde teve sol. O relógio não.
Cristina disse…
João

não pode ser isso. até porque os filhos só nos pertencem temporariamente ao contrario do que pensamos, é dí que vêm grandes conflitos e equivocos, de pensarmos que são sempre nossos.
incluir mais coisas nesse projecto de vida é muito saudavel :)

beijos
Cristina disse…
lobo das estepes, sem problema:))

ainda não, ainda não.....e se queres saber, acho que falta muito. é só ouvir opiniões, e temos uma noção exata de como funciona ;)

beijos
Cristina disse…
maloud

é com certeza um caso especial.
pode optar, ter uma vida agradável, mantê-la e valorizá-la. não é o caso de quem opta por nao ter outras alternativas.
como bem sabe, entre o querer e o ter que....vão um mundo de frustrações ;)

hoje está um dia lindo:) sim.

beijinho
Cristina disse…
me...

loool,loool:))))))))))

;)
Anónimo disse…
Olá Cristina!

Ainda relacionado com a tua resposta ao meu comentário.
Sabes que os homens não dizem isso, porque a opção para eles é trabalhar até ao fim e isso não lhes passa pela cabeça, porque também os conheço que de bom grado ficavam em casa.

Agora uma verdade insofismável: Se existem muitos homens, que vêem nas mulheres um ser inferior, muitos patrões que as consideram mão-de-obra barata e descartável, muitos maridos que acham o vosso trabalho em casa de somenos, etc, etc, etc. De quem é a culpa?

Desculpa, mas respondo já: Vossa! Já que, têem sido ao longo dos tempos quem nos educa, mas quando educam o filho macho, acham que ele tem de ser machão e a educação é direccionada.
A educação dos homens para estes problemas, está na vossa mão, mas acontece que quando se trata do filho varão e como é vosso, ele tem mais é de ser macho.

Falo na generalidade dos casos, claro.

Abração.
Pêndulo disse…
Mas as uniões continuam a ser "até que a morte os separe" ? E, nesse caso, a segurança social está garantida ? Há sempre respeito por quem depende económicamente de nós ou a dependência absoluta conduz a resignação e aceitação de todas as tropelias e progressiva e inconsciente falta de respeito pelo mais fraco monetariamente explorando a alternativa de fome que se põe.
É a mulher uma poedeira ? Sendo assim tem o direito a abortar ? Reconhecer essa especifidade não é um pouco isso ?
Cristina disse…
piresf


nossa? só?? lol.

achas mesmo que é a mulher que faz questão de que seja "macho";))

ai meu amigo....
Anónimo disse…
Mudar as mentalidades é das coisas mais dificeis, e não se mudam por decreto....
Na grande maioria dos casos, o q temos hj em dia são "supermulheres", q além de terem um emprego no "exterior", ainda têm todo o trabalho de casa para fazer...
Qt ao homem, se ficar em casa, e fizer todo o trabalho, q a chamada "dona de casa" faz, não é chulo. Só o seria se ficasse em casa à boa vida.
E já escrevi mt :)***
José Pires F. disse…
Não é só, mas eu sei bem qual foi a educação que tive e, quem me educou foi uma mulher, a minha querida mãe.
Digo, que a reforma das mentalidades tem de começar em casa pelas mulheres, e não é só nisto. Por exemplo: Quantas vezes tenho pensado que em determinado cargo fazia falta uma mulher, que como seria espectável teria uma visão diferente das coisas, e o que acontece quando a vemos lá? Vemos que a mulher se vai comportar como o homem e em muitos casos vai fazer um esforço para agir como se o fosse. Porquê? Talvez por achar que assim terá êxito.
Estou convencido que a mudança terá de se fazer primeiro na cabeça das mulheres, para que as consequências na educação se façam notar.
Cristina! Eu adoro as mulheres, tenho duas filhas e vivo numa casa de mulheres, e muitas vezes gostava de as ver comportarem-se e tomarem atitudes no campo profissional como mulheres, com a sua sensibilidade e perspicácia tão necessárias e não tentando imitar os homens como vejo frequentemente.
Alien8 disse…
Cristina,
O projecto de vida não é o que eu faço, é, ou deveria ser, o que o casal faz, e não estou a referir-e ao meu caso, mas a qualquer caso.
Quanto à tua pergunta, bem, terias que ter-me posto essa questão há muito tempo, mas olha que a resposta seria muito provavelmente a mesma.
Beijos
Cristina disse…
mar

pois é, tás memaver.....o trabalho de casa, aventalinho, vassora, esfregona, estender roupa, passar a ferro, cozinhar, tratar dos putos, tac.....é...dá uma vista de olhos aí à proposta do me...;)

jocas
Cristina disse…
piresf

"achar que assim terá êxito", porque essa é a linguagem a que se está habituado a obedecer?? dá-lhas tempo amigo. de imporem as suas propris regras e estilos;) já nao faltará muito, a ver pelas faculdades...lol

jinhos
maloud disse…
A menina vive ou já viveu cá em cima, não? Responda, se faz favor. Se se confirmar, digo-lhe, porque adivinhei.
Anónimo disse…
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