Escreve Laurinda Alves no Público,
É difícil permanecer livre perante nós mesmos e perante os outros. Aliás, o verbo permanecer é um dos mais árduos de conjugar. Permanecer livre, permanecer fiel, permanecer atento ou permanecer firme numa decisão, são atitudes extraordinariamente exigentes e, daí, importância do olhar dos outros...(a crónica segue por outra via, mas fico-me por aqui)

Eu diria que é muito difícil, se não impossível ser completamente livre. Podemos deixar-nos condicionar mais ou menos pelo "olhar dos outros" mas muitas vezes a auto satisfação passa não só pela satisfação dos nossos próprios desejos mas também pela aprovação dos outros, pelos sentimentos de aprovação ou repulsão que desencadeamos, contingencias da nossa qualidade de seres sociais. A questão é sempre: até que ponto estamos dispostos a ceder?...

Comentários

questão bastante pertinente para o princípio do fim de tarde...

mas, e, decididamente, condicionada por circunstâncias do dia d'hoje, podemos estar dispostos a ceder até ao momento em que chegamos ao nosso carro, porque até temos de ir ao banco que não fica perto, e o "nosso" veículo está com os dois pneus da frente vazios, porque uns ****** ** **** resolveram "afiar" as navalhas neles.

mas este é só um exemplo.

beijocas
Anónimo disse…
Até que ponto estamos dispostos a ceder ?
A resposta talvez possa estar, na distância, a que nos encontramos dos outros.
Quanto mais curta é essa a distância, maior será a nossa pre-disposição (ou imposição!) para a cedência.
Essa distância pode-se chamar afecto, afabilidade, consenso, uma imensidão de tipos de "contratos" sociais.
Palavras com um certo "preço" na nossa vida.

A tudo isto está subjacente, a premissa, de que nós somos o(s) Outro(s) !
beijos
MariaTuché disse…
Olá amigaaaaaaaaa,

Cheguei mas ainda estou de férias eheh.

Bom este post dá que pensar...
Ainda hoje passei por uma situação que me fez pensar precisamente até que ponto consigo estar disposta a ceder a certo tipo de situações!!

Mas cheguei á conclusão que neste caso estou cansada da ceder sempre.

Deixo-te aquele beijão linda :))
Anónimo disse…
Olá cris,
ui....esta questão dá água pelas barbas!
Houve um tempo em que era completamente irrascivel e dizia que nunca cederia á infidilidade!Ia contra todos os meus principios, e por ponto acente nunca o iria fazer!
Ainda não o fiz....após alguns anitos de casório....mas confesso que a ideia, ou o conceito do proibido ja me cobiçou umas quantas vezes!Se sou livre actualmente?
Sim....todos nós o somos....mais que não seja no nosso pensamento!Mas nunca nos poderemos esquecer que poderão estar pessoas/sentimentos/vida em conjunto/amor/companheirismo/amizade e acima de tudo respeito, em jogo!

Se cederia pelo fruto proibido?...nem eu própria o sei!

Quem cede....perde sempre algo....ou talvez não....talvez seja a pessoa que cede....a sábia!

;)

Um grande besso cariño!
maloud disse…
Está tudo bem consigo, Cristina?
Beijinhos
Anónimo disse…
ola!
gostei deste post!
da bastante que pensar!
na minha opinião so devemos ceder até onde nos sentimos "confortaveis" com a decisão!
falo por mim!não sou capaz de ceder a alguma coisa se for pa depois me sentir mal com a decisao!especialmente se estiver a falar numa situação que envolve sentimentos!
Cristina disse…
tenho dias

certo, mas pode-se/deve-se ceder tudo, ou há limites? como sabemos, há pessoas dispostas a ceder tudo, a anular a sua vontade, e não são tão poucas como isso...ao contrário do que se possa esperar, dizem ser felizes assim, será isso possível?

beijos

ps-chegou a ver o presente? ;)
Cristina disse…
rosalina

é dificil nessas circunstancias...lool

beijinhos
Cristina disse…
tuché

para tudo há um meio termo, não é? a questão é que temos a tendencia para o extremismo, ou cedemos de mais ou de menos...


de qualquer modo, acho que temos a obrigação de pensar em nós..para que os outros também possam beneficiar com isso.

faz lembrar quele anúncio do "Lux", "se você não gostar de si, quem gostará?"

beijocas
Ana disse…
Há sempre tantos condicionalismos que se torna difícil responder...
Anónimo disse…
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Ai que KIDUCHA que você é Cristina !!!!

Eu é que sofro de lerdice crónica, e ainda não tinha compreendido "onde está o Wally ?" do post Sign In.

Pois Claro: FA (e mais não digo!)

(bolas, estou a ouvir uma criança libanesa a chorar, na TV, e está-me a perturbar ...), quando é que estes tipos páram com estas guerras, fora de tempo ?

Sim, gostei do presente, e gosto muito de si.

Hoje o sofá é vermelho, por aí, não é ???
(Quero dizer, sofá de PSI.)

Cristina, se muitas vezes não houvesse pessoas capazes de ceder tanto, não seria possível, haver tanta felicidade, em tantas relações.
Há quem seja feliz assim mesmo, a ceder, a ceder ...! Ora consciente, ora inconscientemente.
Mas o interessante, é que esse tipo de pessoas raramente se arrependem, pelo contrário.
Formas de viver e de ... amar !

Conheço alguém assim. (a minha mãe)
beijos (muitos)
Cristina disse…
ana

é, não é facil não..a não ser que se definam barreiras inultrapassáveis, aí torna-se mais fácil ;)

beijinho
Cristina disse…
tenho dias..

ahhhh!! bom..as letras do alfabeto não são todas iguais..;)

por acaso tenho uma sala vermelha...e outra verde..a vermelha é maior, mas uso mais a verde ;)


a felicidade tem mistérios insondáveis..


bjocas
Cristina disse…
maloud

umas vezes sim, outras não. mas eu não cedo....;)

bjinhos
Anónimo disse…
Ceder ou não ....depende do que está em causa. Os nossos valores sempre acima. Não me parece, como diz, completamente impossível.
A cedência, por exemplo, perante a paixão, sabe bem....!
Anónimo disse…
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