História dos Tecidos – 4: Idade Contemporânea (2)



França e Inglaterra, “oficinas do mundo”

No século XVIII, a França dominava artisticamente os bordados criativos, os tecidos luxuosos e, claro, as tendências. Até à Revolução Francesa, a corte criava e recriava vogas ao bel-prazer da rainha Maria Antonieta, uma fashionista precursora.

Ainda no século XVIII, a Revolução Industrial alavancava novas realidades para a produção. Desde então, cruzou fronteiras, trespassando Europa, América e Ásia. No campo da moda, a produção têxtil ganhava novos contornos com os avanços técnicos com as máquinas e teares.
Século XIX: 1801 a 1900



Na virada do século XVIII para o XIX, a época romântica trazia estampas com pequenas flores além da estética, as flores escondiam marcas sujas e manufactura pobre.

Motivos medievais e naturalistas também continuavam em alta. Xales eram feitos em diversos tamanhos e eram usadas para todas as estações. Os materiais utilizados foram o algodão, lã, seda, cambraia, musselina e renda.

As cores foram igualmente diversas: canário, verde, branco, vermelho e azul eram os favoritos. Foi o advento da cashmere, porém, que realmente fez o xale popular. O material macio, rico, feito de couro tibetano, foi primeiramente observado em 1755, mas apenas no século XIX realmente conquistou as atenções.

No início século XIX, uma grande inovação do francês Joseph-Marie Jacquard, de Lyon, daria um up nos tecidos adamascados: o tear automático, que é usado até os dias actuais: o jacquard.

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